Como surgiu o dia dos namorados

Enfim chegou o dia dos namorados. Aquele dia que todo mundo publica as fotos do seu amor com um textão com palavras bonitas e enormes declarações de amor. O dia que todo mundo troca presentes caros e bonitos e depois ostenta nas redes sociais.

Mas você sabe como surgiu essa data tão especial? Nos Estados Unidos o dia dos namorados é conhecido como dia de São Valentim em homenagem ao padre Valentim que lutou contra as ordens do imperador Claudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes. Padre Valentim celebrou casamentos secretamente e foi condenado a morte por se recusar a negar a sua fé. Enquanto ele estava na prisão aguardando sua sentença, padre Valentim se apaixonou pela filha de um carcereiro que era cega. Milagrosamente, ele devolveu-lhe a visão. Antes de morrer, ele escreveu uma mensagem de adeus para sua amada e assinou como “seu namorado”. Padre Valentim então se tornou mártir da igreja Católica e o dia 14 de fevereiro é o dia de sua morte.

São Valentim

Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o Valantine´s Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da amada.

Já no Brasil a história é diferente. O dia dos namorados é comemorado em 12 de junho e quem teve a ideia foi o publicitário João Dória que trouxe a ideia do exterior e apresentou aos comerciantes. Como o mês de junho tem vendas baixas, eles decidiram comemorar essa data nesse mês e escolheram a véspera de Santo Antônio que é o santo casamenteiro como o dia dos namorados. Então a partir de 12 de junho de 1949 essa data foi comemorada em todo o Brasil.

 Anúncio publicitário sobre o dia dos namorados década de 40.

Não importa a data e nem onde você esteja. Celebre o amor todos os dias, pois todos os dias é dia dos namorados. Não existe presente maior do que ouvir da pessoa amada palavras de amor e carinho como “Eu te amo”. Viva, ria, ame! Ninguém é prometido para amanhã.

Os Dias Eram Assim – Amor nas décadas de 70 e 80

Em Abril estreia a super série da Globo “Os Dias Eram Assim”, que contará a história de amor de Renato e Alice.  Renato é primogênito de uma família classe média de Copacabana e Alice pertence a uma família conservadora.

Renato e Sophie durante as gravações

É o amor por Renato que faz Alice tomar coragem de contrariar o principal desejo dos pais: casar a filha com Vitor, com quem à moça namora há anos. São dois mundos que se cruzam por amor e serão separados pela relação conflituosa entre as duas famílias, potencializada pelo ambiente de conflito reinante no país. Eles irão se conhecer na década de 70 e vivenciar momentos fortes e marcantes. Repressão da ditadura, violência, protestos e as Diretas Já nos anos 80.

Renato e Alice – Casal Protagonista

Renato e Alice irão se separar abruptamente, pois o jovem médico cairá na armadilha do ex namorado da amada e será obrigado a se mudar para o Chile e anos depois ambos irão  se reencontrar. Uma linda história de amor com temática forte que irá mostrar pessoas comuns e seus amores afetados pelo contexto histórico do Brasil na época. E de como esse momento foi capaz de interferir em vidas, sonhos e amor.

Close no look de época da personagem de Sophie Charlote

Renato Goés em seu primeiro papel de protagonista da carreira

Os Dias Eram Assim tem estreia para Abril no horário das 11hs. Com Renato Góes no papel de Renato e Sophie Charlote como Alice, ainda conta com artistas como Gabriel Leone, Daniel de Oliveira, Susana Vieira, Maria Casadevall, Marcos Palmeira, Letícia Spiller e outros.

O que a história separou só o amor pode unir de novo.

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Idas e vindas do amor

Recentemente relendo o livro Enquanto O Amor Não Vem me deparei com trechos que me chamaram a atenção e que na primeira vez passaram batidos. Era especificamente o fato de a pessoa ir em busca do amor e não conseguir encontrar por estar procurando de maneira errada ou lugar errado. Na verdade o amor está dentro de nós e é aquilo que nós fazemos melhor. Em outras palavras, nós precisamos nos amar primeiro e tomar um tempo para nós e só então o amor irá acontecer.

Mas isso deverá acontecer, por exemplo, no que a autora chama de meio – tempo. O meio – tempo é quando nos encontramos entre o espaço de um relacionamento e outro. Esse tempo serve para pensarmos, refletirmos sobre nós, nossa vida, nossos relacionamentos passados até mesmo nossos parceiros e ex parceiros. Ele nos ajuda a descobrir o que realmente nós queremos e crescer como pessoa. Para isso é preciso se libertar de antigos padrões de comportamento, ou seja, mudar de atitude e fazer coisas diferentes. Claro que ao fazer isso iremos perder algumas coisas adquiridas ao longo dos anos anteriores e até mesmo pessoas.  É um momento difícil, mas é preciso, por isso você deve ter calma e paciência.

Segundo Iyanla Vanzant, não existe um tempo determinado no meio – tempo. Cada pessoa fica o tempo que for necessário até que ela ou o parceiro esteja pronto para o amor. Haverá situações em que você estará pronta e seu parceiro não. E isso explica o motivo de muitas vezes o relacionamento não dar certo naquele momento.  Um dos dois poderá estar curado de inseguranças, ter perdoado os erros e o outro não. Para que o amor finalmente possa acontecer é preciso que o casal trabalhe junto. Enquanto isso não acontecer você ficará no meio – tempo até a pessoa estar pronta. Mas não devemos desanimar porque isso tudo é bom e irá nos ajudar a ficarmos fortes, pois nesse meio – tempo que também é preparatório iremos encontrar, conhecer e nos relacionar com outras pessoas que irão nos ajudar e ensinar sobre a vida e o amor. Esses relacionamentos servem na verdade para nos preparar e aproximar-nos do amor.

Isso tudo me fez pensar e lembrar uma reportagem recentemente lida:

A história de amor da jornalista Leila Cordeiro que foi casada com o jornalista Eliakim Araujo por mais de 30 anos até a morte dele. Após a morte de seu esposo, Leila foi procurada pelo ex noivo Wilson Pariz através do Facebook. Leila e Wilson se conheceram na juventude, namoraram e ficaram noivos, mas infelizmente o relacionamento terminou e cada um foi viver sua vida. Leila ainda se envolveu com outro rapaz e tempo depois conheceu e se casou com Eliakim.  Wilson também se casou e se separou; mas nunca esqueceu Leila.

Ele guardou todas as lembranças que tinha dela como fotos e cartas. Agora já maduros e experientes eles se reencontram e retomam a antiga amizade que se torna num lindo amor. Leila ainda diz que antes de se entregar ao amor ficou apreensiva e com medo dos comentários maldosos, mas abriu seu coração para a grande aventura do amor! E eles viveram literalmente uma bela aventura a bordo de um veleiro com testemunhas especiais: sol, mar e a lua.

Por isso queridos, não desanimem se as coisas não estiverem dando certo agora. Posso estar falando, ou melhor, escrevendo para alguém que acabou de sair de um relacionamento ou simplesmente alguém que ainda está na fase de discutir o relacionamento.  Você pode agora estar no meio de uma discussão e ao mesmo tempo se perguntando o porquê disso tudo estar acontecendo, mas como a autora do livro diz “A pessoa que fica para brigar conosco (o que não significa briga física) normalmente é a que realmente nos ama. Nos ama e está disposta a lidar com nossos problemas, porque deseja investir no fortalecimento mútuo.” Essa pessoa na verdade só quer te ajudar, e quer tentar salvar o relacionamento. Mas se isto estiver acontecendo com muita frequência então é melhor dar um tempo antes que ambos se machuquem. Então você e seu parceiro entrarão no meio – tempo para futuramente se uniram novamente. Pode demorar um dia, uma semana, um mês ou até mesmo anos, mas tenha certeza de quando chegar o momento certo será maravilhoso!

 

 

 

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